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É mais ou menos assim:
1, 23, Maio, 2007, 9:41 pm
Arquivado em: livros

Quando abri a porta para ela, senti-me como uma criança que se crê perdida numa rua fervilhante de gente e então vê de repente a silhueta que resolve tudo, aquele indispensável deslocamento de ar.

De A Casa de Encontros, de Martin Amis


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